Adoração no livro do Apocalipse
“Entoavam novo cântico diante do trono, diante dos quatro seres viventes e dos anciãos. E ninguém pôde aprender o cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da Terra” (Apocalipse 14:3).
Leituras da semana: Jó 42:1-6; Ap 1:13-18; 13; 14:6-12; 19:1-5
Poucos livros da Bíblia contêm tanto mistério e fascínio como o Apocalipse. Ele está cheio de imagens incríveis de bestas, dragões, fogo, terremotos, pragas, exércitos, rãs, cidades, estrelas cadentes e assim por diante.
Leituras da semana: Jó 42:1-6; Ap 1:13-18; 13; 14:6-12; 19:1-5
Poucos livros da Bíblia contêm tanto mistério e fascínio como o Apocalipse. Ele está cheio de imagens incríveis de bestas, dragões, fogo, terremotos, pragas, exércitos, rãs, cidades, estrelas cadentes e assim por diante.
Babilônia e a Besta
Por Gordon A. Frase (clique no titulo e leia o original)
Uma das fases mais fascinante do estudo da Bíblia é o estudo da profecia bíblica. Descrições do mundo pouco antes de Jesus vem e gloriosa esperança de uma terra habitada em paz em um futuro não muito distante que nunca irá intrigar a mente do aluno oração e diligente das Escrituras.
Capítulo dezessete do livro do Apocalipse mantém uma obra-prima da profecia que descreve o presente eo futuro. Na história das nações descritos neste capítulo pode ser visto claramente como Deus está permitindo que o próprio Satanás para provar a futilidade do seu sistema de governo e de grande necessidade do homem do sistema do governo de Deus elaborou e selada com o sangue do seu próprio filho.
Dia do Senhor e o Senhor do sábado
Por Robert L. Odom (clique no título e leia o original)
O apóstolo João, no dizer da revelação que Deus lhe deu, na Ilha de Patmos, diz: "Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz" ( Apocalipse 1:10 ).
Dragões, bestas, pragas e trombetas
Por Bruce Norman (clique no título e leia no original)
O livro do Apocalipse é difícil de entender. Confronta-nos com os dragões, bestas, pragas, trompetes, uma mulher de pé no céu com vestes brancas, o número 666, a marca da besta, anjos voando com livros, pragas provenientes da frascos realizada por meio de anjos, uma mulher sentada em um vermelho sangue animal consumindo humana, um futuro rei vestido com uma roupa encharcada em sangue, e muito mais. Estas imagens nos fazem lembrar que não só é o livro do Apocalipse difícil, mas é diferente. Como resultado, o livro é, por vezes, abandonados ou apresentados de forma a deixar seus ouvintes confusos. 1 Para muitos, o Apocalipse, que significa "revelação", tornou-se os apócrifos, que significa "escondido". 2
Se o livro é tão difícil para os cristãos, quanto mais para a pessoa "secular", que teve muito pouco contato com o nosso entendimento do Cristianismo? Como pode esta pessoa, que vive em um mundo científico e, muitas vezes anti-religiosa, se esperar para receber qualquer benefício do labirinto de imagens que aparecem neste livro?
Como se Distinguem os 144.000
Por Gerard F. Hasel (RA, jan/77)
Quem são os 144.000 que aparecem no Apocalipse? Esta pergunta tem despertado a curiosidade tanto de leigos como de teólogos. João, o revelador, apresenta este grupo em Apoc. 7 e 14. No capítulo 7, ele vê os 144 mil quando são selados, e, no capítulo 14, vê-os sobre o Monte de Sião. Como leais seguidores de Cristo, ostentam certas características. Aparecem em contraste com os que têm o sinal da besta. (Apoc. 13:16 e 17).
Justo antes da consumação de todas as coisas, os seres humanos estarão divididos em dois grandes grupos. Cada um deles terá seu sinal identificador. O decidir a qual destes grupos vamos pertencer, é um assunto de vida ou morte, que devemos resolver aqui e agora. Deste modo, cada ser humano decidirá seu destino. A quem vamos manifestar lealdade? Que nome vamos ter? Que sinal ou selo vamos possuir? Que caminho vamos seguir?
Cristo Analisa Condição Espiritual de Pérgamo
Por Almir A. Fonseca (RA, ago/77)
Havia nessa Igreja uma porção de irregularidades que motivaram a censura divina. Estava ela estabelecida no lugar em que "está o trono de Satanás", situação que era bem conhecida por Cristo. Além disso, Pérgamo estava permitindo que "a doutrina de Balaão" e a "doutrina dos nicolaítas" fossem propagadas no seu interior, arruinando o nível espiritual dos seus membros.
Contudo, as esperanças divinas quanto a Pérgamo não haviam desaparecido inteiramente. Jesus salienta que, não obstante a condição religiosa da terceira igreja da Asia Menor, "conservas o Meu nome, e não negaste a Minha fé". E aos que se esforçassem para vencer, foi dirigida a promessa de que receberiam do "maná escondido", teriam "uma pedrinha branca" e "um nome novo".
O Assinalamento em Ezequiel
Por Aristarco P. de Matos (RA, maio/77)
Ainda que não saibamos a data de seu nascimento e morte, temos no entanto muitas lições a tirar para nosso proveito dos escritos daquele que foi um dos maiores profetas hebreus — Ezequiel. Seu nome significa: "aquele que Deus fortalece". Não é citado fora de seu livro, nem no Velho nem no Novo Testamento. Era da linhagem sacerdotal, talvez fizesse parte da aristocracia.
Ainda que não saibamos a data de seu nascimento e morte, temos no entanto muitas lições a tirar para nosso proveito dos escritos daquele que foi um dos maiores profetas hebreus — Ezequiel. Seu nome significa: "aquele que Deus fortalece". Não é citado fora de seu livro, nem no Velho nem no Novo Testamento. Era da linhagem sacerdotal, talvez fizesse parte da aristocracia.
Foi levado cativo para Babilônia em 597 A.C. Davis afirma que o capítulo 1:1 se refere à idade do profeta — 30 anos, na ocasião de sua S deportação. (2) Sustentam alguns que seu ministério se estendeu por 22 anos. indo de 593 a 571 A.C., sendo neste caso contemporâneo de In Daniel e Jeremias.
A Igreja de Deus não Fracassará
Por Enoch de Oliveira (RA, jun/79)
Na minha opinião o núcleo do livro de Apocalipse encontra-se no capítulo 14. Aqui o vidente de Patmos apresenta um magnífico retrato do triunfo das três mensagens angélicas — fundamento bíblico sobre o qual está baseada a Igreja remanescente. Se for para triunfarmos com estas mensagens, precisamos compreender mais claramente do que muitos de nós o fazemos, o que a proclamação desta mensagem envolve. Precisamos também estar convictos de que estas mensagens não fracassarão nem a Igreja remanescente fracassará.
Teólogo protestante quer papa como líder dos cristãos
O teólogo protestante Reinhard Frieling defende que o papa Bento XVI seja nomeado líder honorário de todos os cristãos. A proposta surge poucas semanas antes da visita do líder católico à Alemanha. “O sonho da comunhão de todos os cristãos pode se tornar realidade se os protestantes oferecerem ao papa o papel de chefe honorário da cristandade”, disse o ex-líder do Institute Kundlichen, de Bensheim. Para o professor emérito da Universidade de Marburg, o papa poderia “falar em nome da cristandade em situações extraordinárias”. Ele argumentou que uma liderança comum daria crédito ao cristianismo como mensagem. Se a proposta se viabilizar, o aniversário da Reforma em 2017, com seus 500 anos, poderá ser a ocasião certa para concretizar a visão, baseada em sua opinião do papa já ser “porta-voz para todos os cristãos”.
Caiu Babilônia
Por J. R. Spangler (RA, set/79)
A mensagem do segundo anjo de Apocalipse 14, juntamente com a de Apocalipse 18, nos dá uma visão clara da razão da nossa existência como igreja e o fundamento lógico para a nossa singular missão.
A advertência final de Deus a Babilônia centraliza-se em dois chama dos distintos. A mensagem do segundo anjo declara que "caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição". Apoc. 14:8. O alto clamor de Apocalipse 18 acrescenta: "Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados, e para não participardes dos seus flagelos. Porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus Se lembrou dos atos iníquos que ela praticou."
O Estranho Livro de Apocalipse 5
Por Carlos A. Trezza (RA, jul/81)
A Bíblia — Novo e Velho Testamentos — além das numerosas referências que faz a livros indistintamente, menciona vários deles pelo nome ou segundo a sua natureza — como Livro da Lei, Livro da Vida, Livro de Memórias, e outros mais. Mas esse estranho livro de Apocalipse 5, tão importante que a simples possibilidade de não poder ser aberto levou o revelador ao paroxismo das lágrimas e da angústia, é mencionado sem nenhuma indicação de sua natureza. Alguns o têm confundido com o Livro da Vida, outros simplesmente como uma revelação de sucessos históricos, mas é evidente que não se trata do Livro da Vida, dado que este não é um livro selado e o seu conteúdo — nele estão os nomes dos que estarão no reino de Deus — é bem conhecido (ver Fil. 4:3; Apoc. 13:8).
O Povo Remanescente de Cristo
Por C. Mervyn Maxwell (RA, nov/83)
Os adventistas do sétimo dia são cristãos que existem com a finalidade de comunicar — em palavras e atos — uma mensagem especial sobre Jesus Cristo.
O apóstolo João, envolto em visão profética, viu o movimento adventista sob uma variedade de símbolos proféticos. Em Apocalipse 12:17 ele viu um povo a quem descreveu, na linguagem bíblica, como o "remanescente" da "semente" da mulher. Ele observou que estes guardavam os "mandamentos de Deus" e que tinham o "testemunho de Jesus Cristo".
Em Apocalipse 14:6-12 João viu o mesmo grupo simbolizado por três anjos, incumbidos da proclamação mundial do evangelho, da chegada do juízo, da queda de Babilônia, e da marca da besta. Ele os ouviu falando como "santos" que "guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus".
A Certeza das Três Mensagens Angélicas
Por E. H . Steed (RA, fev/81)
Desde o início do cristianismo Deus tem despertado mensageiros que clamem contra o envolvimento da igreja com o mundo, contra a mistura da verdade com o erro. Ao longo dos séculos tem havido pessoas justas que se angustiam em face da mistura do bem e do mal, e estes têm clamado contra a iniqüidade como Ló o fez na cidade de Sodoma.
No último século Deus despertou Guilherme Miller. o qual se havia convencido de que a mistura do bem e do mal na igreja havia causado a perda da compreensão do significado do que Deus havia querido dizer. Miller estudou as profecias de Daniel, convencendo-se de que o Senhor tinha uma mensagem para ser dada ao povo de todas as partes do mundo: Estai preparados, pois vinda é a hora do Seu juízo.
O Milênio e o Fim do Pecado
(Nisto Cremos)
Ao longo da História, existiram aqueles que exageraram eloqüentemente a respeito dos horrores do inferno, explorando os temores das pessoas na tentativa de conduzi-las à adoração de Deus. Mas que espécie de deus retratam essas pessoas?
De que modo extinguirá Deus finalmente o mal? Que acontecerá com Satanás? O que impedirá que o mal torne algum dia a erguer sua horrorosa feição?
De que modo pode um Deus justo ser também amável?
Será Desolada a Terra
Por Ellen G. White (G.C, 653)
"Os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus Se lembrou das iniqüidades dela." "No cálice em que vos deu de beber dai-lhe a ela em dobro. Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, dai-lhe outro tanto em tormento e pranto; porque diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e não verei o pranto. Portanto, num dia virão as pragas, a morte, e o pranto e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor Deus que a julga. E os reis da Terra, que se prostituíram com ela, e viveram em delicias, a chorarão, e sobre ela prantearão, ... dizendo: Ai! ai daquela grande Babilônia, aquela forte cidade! pois numa hora veio o seu juízo." Apoc. 18:5-10.
Israel cogita incluir domingo como dia de descanso
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ordenou seja estudada a possibilidade de redução da jornada de trabalho para quatro dias e meio, prolongando o fim de semana em um dia e declarando feriado no domingo, que atualmente é dia de trabalho. Netanyahu indicou seu assessor econômico e presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel, para estudar a questão, que teria importantes consequências econômicas, sociais e religiosas. O vice-primeiro-ministro Silvan Shalom, que havia proposto a medida, argumentou que se deve "passar a um longo fim de semana o mais rapidamente possível, de acordo com todos os países do mundo desenvolvido". Segundo o jornal Haaretz , o plano é para que sábado e domingo sejam feriados, e a sexta-feira seja um dia de trabalho até meio-dia.
Mensagem Para o Povo de Deus
Por Ellen G. White
"Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida." Apoc. 2:10.
João estivera intimamente ligado com o Salvador durante Sua vida de ministério. Tinha-Lhe ouvido as maravilhosas palavras e visto as maravilhosas obras, e seu testemunho foi dado em linhas claras. Da abundância de um coração transbordante de amor por Cristo falou ele, e nenhum poder poderia conter-lhe as palavras...
"Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida." Apoc. 2:10.
João estivera intimamente ligado com o Salvador durante Sua vida de ministério. Tinha-Lhe ouvido as maravilhosas palavras e visto as maravilhosas obras, e seu testemunho foi dado em linhas claras. Da abundância de um coração transbordante de amor por Cristo falou ele, e nenhum poder poderia conter-lhe as palavras...
A Perseguição - Os Poderes Aliados
Por Fernando Chaij
Em todas as épocas tem sido plano deliberado do inimigo opor-se à verdade e combatê-la perseguindo o povo de Deus. Mas neste tempo do fim, seus esforços serão multiplicados ao máximo. Satanás desce com grande ira, sabendo que tem pouco tempo. Utilizará para tanto os governos, bem como instituições religiosas e outras, e fará da imposição do domingo o ponto culminante da controvérsia.
A grande prova para o povo de Deus começará quando a legislação dominical se fizer nacional ou federal nos Estados Unidos. Em seguida essa mesma lei estará em vigência em todo o mundo.
Enganos Satânicos nos Últimos Dias
Por Ellen G. White
Sob o Disfarce do Cristianismo
Aproximamo-nos do fim da história terrestre, e Satanás está trabalhando como nunca antes. Ele está procurando atuar como dirigente do mundo cristão. Com uma intensidade que é incrível, está agindo com os seus enganosos prodígios. Satanás é representado andando em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar. Deseja envolver o mundo inteiro em sua confederação. Ocultando sua perversidade sob o disfarce do cristianismo, Ele assume os atributos de um cristão e alega ser o próprio Cristo. Manuscript Releases, vol. 8, pág. 346.
As Sete Últimas Pragas
Por Hans K. LaRondelle
Sua Relação com as Três Mensagens Angélicas
Alguns livros que podem ajudar na compreensão do assunto sobre o Armagedom:
Sobrevivendo os séculos
Por George McCready Price
Sob o símbolo das duas testemunhas o capítulo 11 do Apocalipse apresenta uma memorável profecia a respeito da circulação admirável da Bíblia nesses nossos dias, o tempo do fim.
Estas duas testemunhas (que são o Velho e o Novo Testamento) são descritos como sendo profetizado, ou feito o seu trabalho apontado por 1260 dias (ou anos) embora vestidos de saco. No fim deste período eles são mortos e estão sem sepultura por um curto tempo, após o qual eles são ressuscitados e ascendem aos céus em uma nuvem, enquanto os seus inimigos olhavam admirados. Obviamente a passagem toda é designada para mostrar a mudança de status com respeito às Sagradas Escrituras. Durante longo século a Palavra Escrita de Deus sobreviveu somente sob perigos e dificuldades sem número. Mas em nossos dias é traduzida em mais de mil línguas e dialetos e é despachada às toneladas e como carga de navio a todos os cantos do mundo. Do ponto de vista de Deus e do universo, que vê esta disseminação universal da Bíblia em nossos dias, é sem dúvida o mais importante evento na terra desde o Calvário e o Pentecostes.
Apocalipse 4 e 5 na teologia adventista
Por Milton Torres
Os capítulos 4 e 5 de Apocalipse têm sido diversamente interpretados por diferentes teólogos adventistas.
Os capítulos 4 e 5 de Apocalipse têm sido diversamente interpretados por diferentes teólogos adventistas.
Os Reis que vem do Oriente - Introdução
Por Louis F. Were
Todas as profecias dos últimos dias graficamente retratam o conflito final e a necessidade para que a igreja esteja completamente preparada para a mais terrível luta de toda a história. O Espírito de Profecia declara:
“Diante de nós está uma crise terrível. As vidas de muitos se apagarão nas trevas"'. (Watchman, 2 de abril de 1906).
“A grande controvérsia entre o bem e o mal há de assumir proporções cada vez maiores até o seu final desenlace. ... E toda habilidade e astúcia satânicas adquiridas, toda a crueldade desenvolvida nessa luta de longos séculos, serão empregadas contra o povo de Deus no conflito final.” (GC, pág. 7)
O Fim do Tempo da Graça
Por Ellen G. White
Ninguém Sabe Quando Terminará o Tempo da Graça
Deus não nos revelou o tempo em que esta mensagem será concluída, ou quando terá fim o tempo de graça. As coisas reveladas aceitaremos para nós e nossos filhos; não busquemos, porém, saber aquilo que foi mantido em segredo nos concílios do Todo-poderoso. ...
Têm-me chegado cartas perguntando se tenho qualquer esclarecimento especial quanto ao tempo do fim de graça; e respondo que tenho apenas esta mensagem a dar; que agora é tempo de trabalhar, enquanto é dia, pois a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 191.
O Papa Bento XVI é o "Sétimo Rei"?
Por André Reis
Apocalipse 17:7-11 é uma das passagens mais difíceis de toda a Bíblia. Muitas interpretações drasticamente divergentes têm sido propostas para esta passagem, não só por Adventistas mas por outras denominações também. Este artigo propõe uma das interpretações mais aceitas na IASD atualmente e suas implicações para a interpretação de que os sete reis representam sete papas recentes, o que faria de Bento 16 o "sétimo rei" (v. 10). O artigo também expõe alguns problemas com outras interpretações historicistas adventistas atuais. Aqui vai a passagem na versão Almeida Atualizada:
Alguns Textos Problemáticos com Respeito à Nova Terra
Por Hans K. LaRondelle
Isaías 65 e 66
As predições de Isaías 65 e 66 causaram problemas para os que buscam aplicar à nova terra descrita em Apocalipse 21 e 22 as descrições que Isaías faz da morte, do nascimento de meninos e da presença de cadáveres (Isa. 65:20, 23; 66:24).
Estas dificuldades surgem se se ignora o fato da revelação progressiva entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento. Como se descreveu na primeira parte, nos capítulos 3 e 4, Cristo e seus apóstolos anunciaram que com Jesus começou o tempo dos antítipos (ver Mat. 12:6, 41, 42; Rom. 5:14, 15; 1 Cor. 15:22). Este conceito teológico denota que a consumação das esperanças de Israel será imensamente maior que o que foi predito pelos profetas. O Novo Testamento proclama que Cristo Jesus é "fiador de um melhor pacto" (Heb. 7:22). Isto significa que "Deus tinha já disposto algo melhor para nós, de modo que não chegassem eles [os fiéis hebreus] sem nós à perfeição" (11:40, BJ).
O Dia do Senhor em Apocalipse 1:10
Por Samuele Bacchiocchi
A terceira passagem crucial do Novo Testamento amplamente utilizada para defender a origem apostólica da observância do domingo encontra-se no livro do Apocalipse. João, exilado na ilha de Patmos, “por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus” (Apo. 1:9), escreve:
“Eu estava em espírito no dia do Senhor” (Apo. 1:10). A importância deste texto surge do fato de que, como diz R. H. Charles, “este é o primeiro lugar na literatura cristã onde o dia do Senhor é mencionado”.64 Deve ser observado que o vidente não usa a expressão “dia do Senhor-hmevra tou curiou” que se encontra uniformemente na Septuaginta e Novo Testamento para traduzir o yom YHWH do Velho Testamento, porém uma locução diferente, “dia do Senhor-Curiakh hmera”. Qual é o significado desta nova fórmula?
A expressão “dia do Senhor”, que se encontra em Apocalipse 1:10 tem sido interpretada em quatro modos diferentes. Resumirei sucintamente neste contexto as quatro principais interpretações. Domingo. A interpretação prevalecente iguala a expressão “Dia do Senhor” com o domingo. Esta equação toma por base não evidências internas do livro do Apocalipse, mas três testemunhos patrísticos do segundo século, ou seja, o Didache 14:1, a Epístola aos Magnésios 9:1, de Inácio, e o evangelho de Pedro 35 e 50. Desses, somente no evangelho apócrifo de Pedro, datado da última metade do segundo século, é que o domingo é inegavelmente designado pelo nome técnico “do Senhor—kuriakê”.
O Significado da Nova Jerusalém
Por Hans K. LaRondelle
"Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida. O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho. Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte" (Apoc. 21:1-8).
O Selamento
Por Fernando Chaij
Denomina-se selamento a um processo espiritual, invisível para os olhos humanos, que se acha em marcha e muito logo terminará, no fim do tempo da graça. Por outro lado, o processo de selamento começa para cada cristão no dia de sua conversão e termina quando termina para ele o tempo de graça, ou seja, por ocasião de sua morte ou ao final do juízo investigativo. Esta operação, que os anjos de Deus realizam, consiste na impressão dos princípios da lei divina — inclusive o quarto mandamento — na vida dos fiéis que estão preparados para isto.
O Terremoto de Lisboa Abalou o Brasil - Apoc. 6:12
Por Paulo Pinheiro (RA, nov/84)
O profeta do Apocalipse assim descreve o primeiro dos sinais que precedem a vinda de Jesus: "Sobreveio grande terremoto". Apoc. 6:12. Ele tem sido identificado como o terremoto de Lisboa, ocorrido no dia 1° de novembro de 1755. A catástrofe estendeu-se por uma área de quase dez milhões de quilômetros quadrados, atingindo regiões da Europa e do Norte da Africa. Parece que o solo brasileiro não sentiu qualquer abalo.
"Foi na Espanha e Portugal que o choque atingiu a maior violência. Diz-se que em Cadiz a ressaca alcançou a altura de vinte metros. Montanhas, 'algumas das maiores de Portugal, foram impetuosamente sacudidas, como que até aos fundamentos; e algumas delas se abriram nos cumes, os quais se partiram e rasgaram de modo maravilhoso, sendo delas arrojadas imensas massas para os vales adjacentes. Diz-se terem saído chamas dessas montanhas'."1
Nossa Garantia Profética - Apoc. 10: 2, 9, 10
Por Wilson Luiz Paroschi (RA, out/84)
Antes mesmo que raiasse o dia, naquela terça-feira, a meninazinha, bastante apressada, saltou de sua cama e foi correndo até onde estavam seus pais. que nem sequer haviam dormido aquela noite.
—É hoje, mamãe? — perguntou ela, com toda a sua euforia infantil.
— Sim, querida! É hoje o dia — respondeu a mãe num tom de felicidade.
— Mas, a que horas vai ser, mamãe?
—Não sabemos, filhinha. Só sabemos que será hoje.
Mensagens em Cores – APOCALÍPTICAS
Por Daniel Felau (RA, ago/85)
Em Apocalipse 6:1-8 o exilado profeta de Patmos viu uma cena marcial, um estado de guerra, que envolve o grande conflito entre o bem e o mal; entre Cristo e Satanás. João viu quatro cavalos apocalípticos e os descreve numa linguagem colorida e pitoresca.
Para muitos leitores os quatro cavalos, que fazem parte dos sete selos, destacam apenas aspectos externos da igreja em períodos paralelos às sete igrejas. Há, porém, algo mais profundo nas cores apocalípticas, as quais não se limitam a simples fases da igreja.
A Marca da Lealdade
Por George McCready Price
Desde o começo o Criador planejou ter um memorial de seu método de Criação. Visava o bem e permanente felicidade da humanidade para eles lembrarem sua criação. Seu poder, sua sabedoria. Ele teria terminado a feitura da terra e suas plantas e animais em um dia, ou mesmo instantaneamente. Mas Ele assim não fez. Ele poderia ter prolongado seu ato criativo por dez dias, ou trinta. Mas Ele não fez assim. Ele deliberadamente planejou fazê-lo em estágios, distribuídos em seis dias, com um dia especial no fim como um memorial oficial do que Ele fizera e como Ele o fizera. Então Ele pôs uma bênção perpétua sobre cada sétimo dia sucessivo como um santo dia de descanso, em memória do descanso Criador, ou cessação da ociosidade divina da obra da criação. O simples ato da criação é importante mas Deus pensou que o método também era importante e devia ser lembrado.
Discernindo os Tempos
Os adventistas vivem no limiar dos tempos. Cremos que o presente está cheio de significado divino; e confiamos no futuro, que pertence a Deus. Estamos em tempo de espera, aguardando o retorno de nosso Salvador Jesus Cristo.
Lemos que antigamente os filhos de Issacar eram "conhecedores da época" (I Crôn. 12:32). Jesus censurou os líderes religiosos de Seus dias porque eles não discerniam os sinais dos tempos (Mat. 16:1-3). Ainda estamos atentos à marcha dos acontecimentos? Aqui estão cinco fatos, cuja evolução merece nossa atenção:
Um Messias judaico-americano
Por Vanderlei Dorneles
A estratégia preventiva dos EUA para conter o terrorismo está apoiada numa visão messiânica do futuro e aponta para uma retomada da intolerância.
Uma das advertências mais atuais para os últimos dias é dada pelo apóstolo Paulo. Ele exorta os cristãos fiéis a não se perturbarem nem se deixarem iludir por um eventual anúncio da volta de Cristo. Sua recomendação é que ninguém deixe sua maneira de esperar o Messias por causa de uma notícia dada por “carta” ou por algum “espírito” como se o dia do Senhor já tenha chegado (ver 2Ts 2:1-2).
A preocupação do apóstolo é com a manifestação do Anticristo, que pretenderá fazer parecer que Cristo veio. Paulo o chama de “filho da perdição” e diz que este se colocará no lugar de Deus, fará sinais e prodígios, a fim de receber culto (2Ts 2:3-12).
Considerando o que ele dissera acerca da volta de Cristo a esses mesmos crentes na primeira carta, a diferença que fica evidente entre Cristo e seu imitador é que o segundo vai descer os pés na terra e anunciará aqui o seu reino. Cristo, o verdadeiro, receberá nas nuvens os seus eleitos, não chegando a pisar sobre a terra, antes do milênio (ver 1Ts 4:13-18).
Desvendando o Apocalipse - Cap. 6
"Desvendando o Apocalipse", um estudo verso a verso do último e mais intrigante livro da Bíblia. Os textos são da colaboradora jornalista Graciela Érika Rodrigues, inspirados nas palestras do advogado Mauro Braga.
Clique no título e leia o artigo.
O Quebra-Cabeça Profético de Lindsey: Fato ou Ficção?
Por Samuel Bacchiocchi (RA, jul/1986)
Dispensando o Dispensacionalismo
Hal Lindsey é quase tão popular quanto os profetas. Predizer o futuro constitui seu passatempo, e vender livros (aos milhões) sua fama. Fossem todas as suas lucrativas profecias verdadeiras, Cristo teria voltado por volta de 1988.
Contudo, antes que nos entreguemos a uma faina teológica, façamos uma pergunta básica e razoável: É o "quebra-cabeça profético" de Lindsey (como ele gosta de chamá-lo) realmente verdadeiro? Demos uma olhadela nele — e na evidência.
A estátua de Nabucodonosor e a besta que sobe do mar
O profético livro de Daniel, escrito bem lá longe, no tempo do Antigo Testamento, relata no capítulo 3 uma história épica, que tem fascinado crianças e adultos. Trata-se do mais incrível episódio na vida de três jovens hebreus: Hananias, Misael e Azarias, que em Babilónia eram tratados pelos nomes de Sadraque, Mesaque e Abed-nego.
A estes jovens dedicados ao Senhor, foi colocado um dilema fatal: adorar uma imagem de pedra (o que é proibido por Deus) representativa de uma criatura, ou manterem-se fiéis ao Criador e com isso arriscarem a própria vida. Isto porque, ao som da trombeta, toda a alma deveria curvar-se perante a enorme estátua que Nabucodonosor, rei de Babilónia, tinha mandado erguer na planície de Durã. Sadraque, Mesaque e Abed-nego preferiram obedecer a Deus e não se curvaram; por isso, foram atirados para dentro de uma fornalha a arder.
Desvendando o Apocalipse - Cap.5
"Desvendando o Apocalipse", um estudo verso a verso do último e mais intrigante livro da Bíblia. Os textos são da colaboradora jornalista Graciela Érika Rodrigues, inspirados nas palestras do advogado Mauro Braga.
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O Selamento e os Selados
Por Daniel F. Porto (RA, maio/1986)
A obra de assinalamento descrita em Apocalipse 7 é uma obra especial que será levada a efeito também em um tempo especial.
Atendendo a um procedimento didático deve-se considerar o assinalamento dividido em duas fases distintas. A primeira fase antecede ao tempo de angústia e deve ser considerada como fase geral do assinalamento. O selo não é nenhuma marca ou sinal visível, mas qualidades de caráter semelhantes às de Cristo. "O selo a ser fixado sobre os fiéis servos de Deus é 'o puro sinal da verdade', o 'sinal' de Sua 'aprovação'... Ele atesta 'semelhança a Cristo em caráter'.... Aqueles que são selados são servos de Deus, e o selo sobre eles é um atestado de Deus de que eles são, na verdade, Sua propriedade."1 /'Logo o povo de Deus será selado em suas testas. Não é nenhum selo ou marca que se possa ver, mas uma determinação (Settling into the truth) de permanecer ao lado da verdade, em ambos os sentidos: intelectual e espiritualmente de tal maneira que permanecerão inabaláveis."2
O Despertamento Religioso do Século Dezenove
Por Enilson Sarli (RA, mar/1987)
Durante as primeiras décadas do século dezenove, estudo diligente das Escrituras Sagradas levou o mundo a um despertamento religioso. Ao mesmo tempo, pesquisas científicas lançaram os fundamentos para uma revolução similar na prática da medicina. Em ambas — medicina e religião — homens de determinação e caráter questionavam a tradição, considerando cuidadosamente antigas e novas idéias. Eles se atreveram a ficar de pé, mesmo sendo ridicularizados por causa das novas verdades que haviam descoberto. Deste reexame das Escrituras cresceu um interesse sem precedentes pela Segunda Vinda de Cristo, o que levou por sua vez ao desenvolvimento de movimentos simultâneos do "Segundo Advento" em muitos países.
Apocalipse: Livro de Vencedores
Por José C. Bessa (RA, jan/1988)
Deus nos fala através do Apocalipse. Devemos falar aos outros comunicando a mensagem desse livro maravilhoso. Agora. Enquanto há tempo.
“Havendo Deus, outrora, falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias nos falou pelo Filho." Heb. 1:1 e 2. O que Deus falou foi escrito para nosso ensino e exemplo, para que não caiamos nas mesmas desobediências.
A Chuva Têmpora e a Chuva Serôdia
Por Ralph Larson (RA, out/1988)
Três Grandes verdades bíblicas unem a experiência da igreja no Novo Testamento com a experiência da igreja dos últimos dias — a expiação, o selamento e as chuvas têmpora e serôdia.
Os adventistas ensinam que os observadores do domingo têm o sinal besta?
Por Leandro Quadros
Os adventistas do sétimo dia não ensinam que os crentes que guardam o domingo têm o sinal da besta.
O livro “Questões Sobre Doutrina”, que apresenta a posição oficial dos adventistas a respeito de suas doutrinas distintivas, assim se posiciona a respeito de nossa compreensão sobre o “sinal da besta”:
“Os adventistas do sétimo dia creem que as profecias de Daniel 7 e Apocalipse 13, relativas à besta, se referem particularmente ao papado [não aos irmãos católicos que nada têm a ver com isso!], e que as atividades e o futuro poder perseguidor serão postos em nítida evidência exatamente antes da volta do Senhor em glória. Compreendemos que o sábado, então [no futuro], se tornará uma prova mundial” (“Questões Sobre Doutrina” [Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009], p. 158)
Outra Visão do Apocalipse
Por Marcio Dias Guarda (RA, Jul. de 1988)
O Apocalipse finalmente está ganhando a posição que deve ocupar em nossa pregação evangelística. Isso é ótimo. Mas o Apocalipse também deve ser um livro de inspiração e conforto para os santos. E talvez essa dimensão ainda precise ser captada e melhor explorada por cada um de nós.
É ao lado devocional, sublime e desafiador desse livro tão importante que se referia Ellen White quando disse: "Na Bíblia estão reveladas visões da glória futura, cenas pintadas pela mão de Deus, e que são uma preciosidade para Sua igreja." — Atos dos Apóstolos, 601. Uma rápida recapitulação dos capítulos 4 e 5 pode demonstrar esse aspecto brilhante mas freqüentemente esquecido do Apocalipse:
O capítulo 4 começa falando de "uma porta aberta no Céu"e João sendo chamado para ver e ouvir as cenas de adoração e louvor celestiais. Acontece com ele o oposto do que ocorreu com Adão e Eva ao pecarem. Estes foram afastados pelos querubins da "porta do Céu" enquanto, pelos mesmos querubins, João é convidado a aproximar-se.
Testemunhando Como Jesus - Apoc. 3:20
Por James J. Londis (RA, ago. de 1989)
Este verso apresenta uma extraordinária idéia do relacionamento de Deus com os seres humanos. Descreve Sua paixão em estar conosco da maneira mais íntima possível, ao mesmo tempo que se refere à nossa liberdade de mantê-Lo à distância, se assim o desejarmos. O texto também descreve o adequado relacionamento entre o conselheiro e o "cliente", no qual o pastor toma a iniciativa de oferecer ajuda, mas não ao ponto de o membro da igreja sentir-se manipulado ou compelido a falar de seus problemas.
O Significado Básico da Profecia e Seu Objetivo no Apocalipse
Por José Carlos Ramos (RA, jan. de 1990)
No livro do Apocalipse está contida uma revelação tanto subjetiva como objetiva de Jesus Cristo. O último livro da Bíblia, em consonância com o restante do Novo Testamento, indica que a pessoa de Jesus jamais pode ser desvinculada de Sua mensagem e vice-versa. Há, na realidade, um perfeito sincronismo entre ambos. Ele tanto profere a Palavra de Deus (1:2) como Se identifica com ela (19:13), e assim, ao transmitir a mensagem que o Pai Lhe confere, Jesus faz uma revelação de Si mesmo. NEle, profeta e profecia se consubstanciam formando uma unidade, uma única realidade. A pessoa de Cristo, bem como Seus ensinos revelam a pessoa de Deus e Seu propósito, enquanto dela promanam a revelação e o Revelador.1 "Cristo é tanto o Mistério como o Revelador do Mistério. Ele vem para revelar-Se a Si mesmo, e em Si mesmo revelar o Pai, de Quem é a imagem. Assim o livro, nas palavras de abertura, nos leva para além dele mesmo."2 Assim, deter-nos-emos um pouco no significado, natureza e objetivo da profecia, sua centralidade na cruz e o que isto representa para a nossa experiência cristã.
Os Flertes da Noiva
Por Otoniel Tavares de Carvalho (RA, jan. de 1990)
Ela era bonita, muito bonita. Estava feliz e radiante, pois acabara de dar um passo decisivo em sua vida: ficara noiva. Seu rosto expressava toda a felicidade que lhe enchia o ser. Seu coração jubilava, por haver alcançado um objetivo importante. Ao seu lado, estava o noivo. Simpático, comunicativo, falava aos amigos do amor e carinho que tinha pela noiva.
Tempos depois, aquela bonita jovem foi encontrada entre lágrimas e decepções. O noivado acabara. Sonhos de um belo futuro se desvaneceram. O noivo descobrira que sua simpática e atraente noiva gostava de aventuras perigosas, distraindo-se em flertes apaixonados com outro rapaz. Assim acabou-se um noivado que todos imaginavam promissor e que levaria a um feliz enlace matrimonial.
Haverá oportunidade de salvação para algumas pessoas após o fechamento da porta da graça?
Por Alberto R. Timm
A teoria de que o acesso à salvação continuará disponível para algumas pessoas após o fechamento da porta da graça deriva de uma leitura descontextualizada de uma declaração de Ellen G. White escrita originalmente em 1903. Identificando “as terríveis calamidades” que já ocorriam nos Estados Unidos como manifestações dos “juízos de Deus” na Terra, a Sra. White asseverou: “Muitos que conheceram a verdade corromperam seu caminho diante de Deus e afastaram-se da fé. Os lugares vagos nas fileiras serão preenchidos pelos que foram representados por Cristo como tendo chegado na hora undécima. Há muitos com quem o Espírito de Deus está lutando. O tempo dos juízos destruidores da parte de Deus é o tempo de misericórdia para aqueles que [agora] não têm oportunidade de aprender o que é a verdade. O Senhor olhará para eles com ternura. Seu coração compassivo se enternece, e a mão do Senhor ainda está estendida para salvar, enquanto a porta é fechada para os que não querem entrar. Será admitido um grande número de pessoas que nestes últimos dias ouvirem a verdade pela primeira vez.” – Carta 103, de 3 de junho de 1903 (para G. B. Starr e esposa); publicada parcialmente em Eventos Finais, pág. 157.
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