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Princípio Dia-Ano


Pelo Dr. José Carlos Ramos (RA, Dez/2006, p. 17)

É possível inferir de citações bíblicas e do Espírito de Profecia a idéia de que o princípio dia/ano não deve ser aplicado depois de 1844? E como fica a interpretação de Apoc 8:1 de que "quase meia hora profética" equivale a sete dias? - M. T. F.

Calculamos as 2300 tardes e manhãs de Daniel 8:14 como 2300 anos mediante a aplicação do princípio dia-ano. Considerando que a purificação do santuário terrestre ocorria num único dia, não deveria o juízo investigativo, nesse caso, ter durado apenas um ano? Por que esse princípio deixa, agora, de ser aplicado?

Nossa Garantia Profética - Apoc. 10: 2, 9, 10

Por Wilson Luiz Paroschi (RA, out/84)
Antes mesmo que raiasse o dia, naquela terça-feira, a meninazinha, bastante apressada, saltou de sua cama e foi correndo até onde estavam seus pais. que nem sequer haviam dormido aquela noite.
—É hoje, mamãe? — perguntou ela, com toda a sua euforia infantil.
— Sim, querida! É hoje o dia — respondeu a mãe num tom de felicidade.
— Mas, a que horas vai ser, mamãe?
—Não sabemos, filhinha. Só sabemos que será hoje.

A Chuva Têmpora e a Chuva Serôdia

Por Ralph Larson (RA, out/1988)
Três Grandes verdades bíblicas unem a experiência da igreja no Novo Testamento com a experiência da igreja dos últimos dias — a expiação, o selamento e as chuvas têmpora e serôdia.

Haverá oportunidade de salvação para algumas pessoas após o fechamento da porta da graça?

Por Alberto R. Timm
A teoria de que o acesso à salvação continuará disponível para algumas pessoas após o fechamento da porta da graça deriva de uma leitura descontextualizada de uma declaração de Ellen G. White escrita originalmente em 1903. Identificando “as terríveis calamidades” que já ocorriam nos Estados Unidos como manifestações dos “juízos de Deus” na Terra, a Sra. White asseverou: “Muitos que conheceram a verdade corromperam seu caminho diante de Deus e afastaram-se da fé. Os lugares vagos nas fileiras serão preenchidos pelos que foram representados por Cristo como tendo chegado na hora undécima. Há muitos com quem o Espírito de Deus está lutando. O tempo dos juízos destruidores da parte de Deus é o tempo de misericórdia para aqueles que [agora] não têm oportunidade de aprender o que é a verdade. O Senhor olhará para eles com ternura. Seu coração compassivo se enternece, e a mão do Senhor ainda está estendida para salvar, enquanto a porta é fechada para os que não querem entrar. Será admitido um grande número de pessoas que nestes últimos dias ouvirem a verdade pela primeira vez.” – Carta 103, de 3 de junho de 1903 (para G. B. Starr e esposa); publicada parcialmente em Eventos Finais, pág. 157.

O Calendário no Céu

Por Emilson dos Reis (RA, nov. de 1992)
Alguma vez, Deus enviou a Seu povo uma mensagem que envolvia um tempo específico, uma data marcada? Deus usa esse método hoje, ou irá usá-lo no futuro? É possível, de acordo com a Bíblia ou com os escritos de Ellen White, descobrir quando ocorrerão os últimos eventos, tais como o derramamento da chuva serôdia, o fechamento da porta da graça, as sete pragas e a própria segunda vinda de Cristo? Quando surge uma pessoa dizendo ter uma mensagem de Deus para Seu povo, é possível saber se Deus a enviou mesmo ou não? Essas perguntas merecem respostas.

Encerramento do Ministério de Cristo no Santuário Celestial

Por Ellen G. White
A pregação de um tempo definido para o juízo, na proclamação da primeira mensagem, foi ordenada por Deus. O cômputo dos períodos proféticos nos quais se baseava aquela mensagem, localizando o final dos 2.300 dias no outono de 1844, paira acima de qualquer contestação. O Grande Conflito, pág. 457.
"Eu continuei olhando", diz o profeta Daniel, "até que foram postos uns tronos, e um Ancião de Dias Se assentou; o Seu vestido era branco como a neve, e o cabelo de Sua cabeça como a limpa lã; o Seu trono chamas de fogo, e as rodas dele fogo ardente. Um rio de fogo manava e saía de diante dEle; milhares de milhares O serviam, e milhões de milhões estavam diante dEle; assentou-se o juízo, e abriram-se os livros." Dan. 7:9 e 10.

Comentários Sobre o Ministério Sacerdotal de cristo no Santuário Celestial

Por Ellen G. White

I. Aplica os benefícios de um sacrifício expiatório completo 
    Estes são nossos temas: Cristo crucificado por nossos pecados, Cristo ressuscitado dos mortos, Cristo nosso intercessor ante Deus; e estreitamente relacionada com estes assuntos se acha a obra do Espírito Santo (Evangelismo, p. 140). 
    O grande Sacrifício tinha sido oferecido e aceitado, e o Espírito Santo que desceu no dia de Pentecostes dirigiu o atendimento dos discípulos desde o santuário terreal ao celestial, onde Jesus tinha entrado 475 com seu próprio sangue, para derramar sobre seus discípulos os benefícios de sua expiação (Primeiros escritos, pp. 259, 260). 

Incenso e incensário literais?

Por José Carlos Ramos (RA, fev. de 2003)

Entendo que “incenso”, em Apocalipse 18:13, pode ser encarado literalmente, a exemplo dos outros produtos (inclusive “almas humanas”) ali registrados. Há, contudo, um profundo significado espiritual nesse elemento, mesmo quando mencionado em conjunção com Babilônia, o tema dominante desse capítulo. Esse significado não deve ser descartado.
Quanto a 8:3-5, prefiro crer que o incenso é mais simbólico que literal. O capítulo 5, parte integrante do bloco a que o 8 pertence, fala de “um Cordeiro como tinha sido morto” (v. 6), que, naturalmente, ninguém dirá tratar-se do animal que tem esse nome; isto é, ele tem um sentido simbólico. Por que não o teria o “incenso” do capítulo 8?
O parecer de que o “incenso” oferecido no santuário celestial é literal é esposado por aqueles que imaginam (e infelizmente ensinam a outros) que Jesus, em Sua mediação sumo-sacerdotal a nosso favor, tem que apresentar sangue literal (isto é, o Seu próprio sangue) ao Pai para que este nos aceite como filhos; eles o fazem para confirmar essa idéia absurda.
Não esqueçamos que, apesar de conterem itens literais, as visões apocalípticas registradas no último livro da Bíblia são profundamente simbólicas. – José Carlos Ramos, diretor do programa de pós-graduação do SALT – Unasp, Campus 2, Engenheiro Coelho, SP.

Cristo asperge sangue literal em Sua ministração no santuário celestial?

Por Alberto R. Timm
No cerimonial típico do Antigo Testamento, a ministração do sangue dos animais sacrificados era geralmente restrita ao próprio altar de holocausto, localizado no pátio do santuário. O sangue podia ser aspergido “em redor sobre o altar” (Lv 1:5 e 11), posto “sobre os chifres do altar” (Lv 4:25, 30 e 34; 8:15; 9:9; 16:18), escorrido “na parede do altar” (Lv 1:15; 5:9) ou derramado “à base” daquele altar (Lv 4:7, 18, 25, 30 e 34; 5:9; 8:15; 9:9). Porém, nos casos especiais de pecado “por ignorância” de algum “sacerdote” ou de “toda a congregação de Israel”, parte do sangue de um novilho sacrificado era levada para dentro do Lugar Santo, aspergida sete vezes “diante do véu do santuário” (Lv 4:6 e 17) e posta “sobre os chifres do altar do incenso” (Lv 4:7 e 18). O restante do sangue era derramado “à base do altar de holocausto” (Lv 4:7 e 18). Já no cerimonial anual do Dia da Expiação o sangue do novilho e o do bode para o Senhor eram aspergidos no Lugar Santíssimo sobre o “propiciatório” e “diante dele” (Lv 16:14 e 15).

A Obra de Cristo no Santuário - em Apocalipse 8:2-6

Por Angel Manuel Rodríguez

Na passagem que você menciona, João vê sete anjos com sete trombetas e outro anjo queimando incenso no altar, adicionando a ele as orações dos santos e tirando fogo do incensário e lançando à Terra. O resultado são trovões, relâmpagos e um terremoto. Para compreender essa visão, examinaremos outras cenas do Apocalipse também relativas à teologia do santuário. Só então comentarei a visão e seu significado.

1844: coincidência ou providência?

Por Ron du Preez
Foram os eventos ocorridos no ano de 1844 apenas um acidente? Ou tem esse ano um significado mais profundo na compreensão bíblica do plano de Deus na história da redenção? Como adventistas do sétimo dia, deveríamos aceitar a segunda posição. Para nós, 1844 é o ano em que terminou a profecia dos 2300 dias de Daniel 8:14, o marco que assinala o início do julgamento pré-advento no céu, e a culminação do mais longo período profético da Bíblia, proclamando ao mundo que o fim não vai demorar e que a segunda vinda de Jesus está próxima.

O Juízo Pré-advento

Por Edward Heppenstall
(Para ter acesso ao material original em inglês clique no título do artigo)
Desde 1844, o ensino adventista no ministério sacerdotal de Cristo elevado no Santíssimo do santuário celestial, tem-se centrado na doutrina de um juízo pré-advento.
Até 22 de outubro de 1844, os primeiros adventistas acreditavam que o santuário fosse a terra, que Jesus Cristo purifica pelo fogo na Sua segunda vinda nessa data. A manhã depois da grande decepção, Hiram Edson afirmou ter recebido uma nova visão e correção sobre a purificação do santuário. Sua mensagem? O santuário referido em Daniel 8:14 está nos céus. A sua "limpeza" envolve o que veio a ser conhecido como o "juízo investigativo" dos santos, a partir 22 de outubro de 1844, e que encerra no final do estágio. Este apelo pelos primeiros pioneiros para o santuário celeste foi determinar toda a doutrina do dia antitípico da expiação e do juízo pré-advento.

1844 - é bíblico?

Por Martin Weber
(Nota: A tradução deste artigo para o português foi feita de forma automática. Para ter acesso ao material original em inglês clique no título do artigo.)
Nada de especial aconteceu nos céus em 1844? Alguns adventistas do sétimo dia, até mesmo pastores, não estão convencidos de que Jesus começou a fase final em seu ministério sacerdotal alta.
Muitos pretensos defensores da fé para a corrida de recuperação com citações de Ellen White. No que se refere a seu dom profético, contudo, que fazemos bem para ter seu próprio conselho e estar sobre a rocha sólida da sola scriptura . Se 1844 não é um marco profético de fé na Escritura, então vamos puxar o plugue extrabiblical de suporte artificial de vida e, em seguida, colocá-lo respeitosamente, para descansar. Se, no entanto, nossa teologia sobre 1844 é apoiada nas Escrituras, então vamos apoiá-la a nós mesmos e proclamá-lo com entusiasmo.

Julgamento ou justificação?

Por Roy Adams
(Nota: A tradução deste artigo para o português foi feita de forma automática. Para ter acesso ao material original em inglês clique no título do artigo.)
Historicamente, os adventistas têm entendido o juízo investigativo para representar o final e segunda fase do ministério sacerdotal de Cristo para a humanidade. Este julgamento, que está em processo, implica o exame individual de professo povo de Deus, vivo e morto.
Provavelmente nenhuma outra doutrina ensinada pela Igreja Adventista do Sétimo Dia tem causado mais ridículo e desprezo do que o juízo investigativo. Praticamente todos os teólogos não-adventistas reagem negativamente. Mesmo dentro da Igreja Adventista, os líderes proeminentes de vez em quando expressou dúvidas fortes sobre o conceito. 1