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As Três Ceias do Apocalipse

Por Otoniel Tavares de Carvalho (RA, jan. de 1991)
O livro do Apocalipse está repleto de revelações surpreendentes, dadas por Deus, para o crescimento espiritual da Igreja, através dos séculos. E o próprio livro afirma que são "bem-aventurados aqueles que lêem, e aqueles que ouvem as palavras da profecia, e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo". Apoc. 1:3. Ler, ouvir e guardar (praticar, vivenciar) a mensagem profética do Apocalipse é o convite de Deus a todos aqueles que entram em contato com suas revelações. Feliz o homem que entra em sintonia com o conteúdo do livro do Apocalipse, "pois o tempo está próximo". Ora, se o tempo do cumprimento das coisas reveladas nesse livro era considerado como estando "próximo", já na época em que foi escrito (cerca do ano 100 A.D.), o que se pode dizer do tempo atual?

É o inferno da Bíblia interminável?

(Clique no título e leia o original)
Como uma criança, Robert Ingersoll ouvi um pregador anunciar a doutrina de que Deus lançava indivíduos pecadores a tormento sem fim no inferno. Ingersoll decidiu que, se Deus fosse assim, então ele odiava. Mais tarde ele escreveu sobre esta crença de que "faz o homem numa eterna vítima e Deus eterno viciado em tormento. É um horror o infinito.... Este dogma cristão Abaixo, a selvageria não pode ir." 1

O Tormento Eterno em Apoc. 14:11

Por Ozeas C. Moura (RA, Jan. de 2011)
Apocalipse 14:11 diz: “A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome.”
O verso anterior lança luz sobre o significado do tormento que se abaterá sobre os ímpios. O tormento é produzido com “fogo e enxofre” – uma clara alusão ao fogo final, enviado por Deus, o qual consumirá tudo e todos. Note o que é dito em Apocalipse 21:8: “Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.” Você está percebendo que o fogo e o enxofre causam a “segunda morte”? Ora, se os ímpios sofrerão a “segunda morte”, como fi cariam sofrendo eternamente?

O inferno existe?

Por Ekkehardt Mueller
Uma amiga cristã e eu temos discutido sobre o conceito do inferno. Ela está amedrontada com a perspectiva de uma punição de fogo eterno. O que a Bíblia ensina a esse respeito?
Há séculos, cristãos têm pregado sobre um inferno de fogo queimando continuamente e alguns têm uma imaginação fértil ao retratar horríveis descrições de pessoas sofrendo enorme dor sem terem, ao menos, a misericordiosa possibilidade de morrer. O resultado é que alguns ficam apavorados e seguem a Deus por medo, enquanto outros se afastam dEle completamente. O que a Bíblia realmente ensina sobre o inferno?

Inferno: Tormento eterno ou aniquilamento?

Por Samuele Bacchiocchi
O inferno é uma doutrina bíblica. Mas que espécie de inferno? Um lugar onde os pecadores impenitentes queimam para sempre e conscientemente sofrem dor num fogo eterno que nunca termina? Ou um julgamento penal pelo qual Deus aniquila pecadores e pecado para sempre?
Tradicionalmente, através dos séculos, as igrejas têm ensinado e pregadores têm proclamado o inferno como tormento eterno. Mas em tempos recentes, raramente ouvimos os sermões de “fogo e enxofre”, mesmo de pregadores fundamentalistas, que podem ainda estar comprometidos com tal crença. Sua hesitação em pregar sobre tormento eterno provavelmente não é devida a uma falta de integridade em proclamar uma verdade impopular, mas a sua aversão de pregar uma doutrina na qual dificilmente crêem. Afinal, como é possível que o Deus, que tanto amou o mundo que enviou Seu Filho unigênito para salvar pecadores, pode também ser um Deus que tortura as pessoas (mesmo o pior dos pecadores) para sempre, indefinidamente? Como pode Deus ser um Deus de amor e justiça e ao mesmo tempo atormentar os pecadores para sempre no fogo do inferno?

A Morte de Satanás

Por Elijah Mvundura
(Para ter acesso ao material original em inglês clique no título do artigo)
11 de setembro, o Afeganistão, o Médio Oriente, os Balcãs, Chechênia, Sudão. E a história distantes: Vietname, as duas guerras mundiais, o Holocausto, a lista é interminável.

Mas uma coisa é clara: a história está encharcado de sangue. Desfigurado e mutilado pela violência e do mal. No entanto, poucos segurar o responsável diabo. Poucos culpá-lo. Para a esmagadora maioria, o seu sempre: Por que, Deus? Ou, no caso de terremotos, fomes e inundações: atos de Deus. Para ter certeza, a própria noção de um diabo de vida não só é absurdo o pensamento secular, como também é estranho para muitos cristãos. Mas se a ausência demônios na imaginação secular é compreensível, sua ausência da consciência cristã é incompreensível, já que ele não é periférica, mas central para o drama da salvação. Como 1 João 3:8 sucintamente coloca, Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir a obra demônios .*

O julgamento pré Advento: Fato ou ficção?

 Por Gerhard Pfandl
(Nota: A tradução deste artigo para o português foi feita de forma automática. Para ter acesso ao material original em inglês clique no título do artigo.)
De todas as doutrinas dos adventistas do sétimo dia da Igreja, a doutrina do juízo pré-advento início no céu em 1844 tem sido questionada mais do que qualquer outra. Esse questionamento vem de acadêmicos e outros, tanto fora como dentro da igreja.