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Dragões, bestas, pragas e trombetas

Por Bruce Norman (clique no título e leia no original)

O livro do Apocalipse é difícil de entender. Confronta-nos com os dragões, bestas, pragas, trompetes, uma mulher de pé no céu com vestes brancas, o número 666, a marca da besta, anjos voando com livros, pragas provenientes da frascos realizada por meio de anjos, uma mulher sentada em um vermelho sangue animal consumindo humana, um futuro rei vestido com uma roupa encharcada em sangue, e muito mais. Estas imagens nos fazem lembrar que não só é o livro do Apocalipse difícil, mas é diferente. Como resultado, o livro é, por vezes, abandonados ou apresentados de forma a deixar seus ouvintes confusos. 1 Para muitos, o Apocalipse, que significa "revelação", tornou-se os apócrifos, que significa "escondido". 2
Se o livro é tão difícil para os cristãos, quanto mais para a pessoa "secular", que teve muito pouco contato com o nosso entendimento do Cristianismo? Como pode esta pessoa, que vive em um mundo científico e, muitas vezes anti-religiosa, se esperar para receber qualquer benefício do labirinto de imagens que aparecem neste livro?

O Estranho Livro de Apocalipse 5

Por Carlos A. Trezza (RA, jul/81)
A Bíblia — Novo e Velho Testamentos — além das numerosas referências que faz a livros indistintamente, menciona vários deles pelo nome ou segundo a sua natureza — como Livro da Lei, Livro da Vida, Livro de Memórias, e outros mais. Mas esse estranho livro de Apocalipse 5, tão importante que a simples possibilidade de não poder ser aberto levou o revelador ao paroxismo das lágrimas e da angústia, é mencionado sem nenhuma indicação de sua natureza. Alguns o têm confundido com o Livro da Vida, outros simplesmente como uma revelação de sucessos históricos, mas é evidente que não se trata do Livro da Vida, dado que este não é um livro selado e o seu conteúdo — nele estão os nomes dos que estarão no reino de Deus — é bem conhecido (ver Fil. 4:3; Apoc. 13:8).

Alguns Textos Problemáticos com Respeito à Nova Terra

Por Hans K. LaRondelle

Isaías 65 e 66

As predições de Isaías 65 e 66 causaram problemas para os que buscam aplicar à nova terra descrita em Apocalipse 21 e 22 as descrições que Isaías faz da morte, do nascimento de meninos e da presença de cadáveres (Isa. 65:20, 23; 66:24).
Estas dificuldades surgem se se ignora o fato da revelação progressiva entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento. Como se descreveu na primeira parte, nos capítulos 3 e 4, Cristo e seus apóstolos anunciaram que com Jesus começou o tempo dos antítipos (ver Mat. 12:6, 41, 42; Rom. 5:14, 15; 1 Cor. 15:22). Este conceito teológico denota que a consumação das esperanças de Israel será imensamente maior que o que foi predito pelos profetas. O Novo Testamento proclama que Cristo Jesus é "fiador de um melhor pacto" (Heb. 7:22). Isto significa que "Deus tinha já disposto algo melhor para nós, de modo que não chegassem eles [os fiéis hebreus] sem nós à perfeição" (11:40, BJ).

Profecia ou Horóscopo?


Por S. J. Schwantes  (RA, jan. de 1992)
O conhecimento do futuro sempre intrigou a Humanidade. Desde Nabucodonosor, rei da antiga Babilônia, até a moderna dona de casa que consulta o horóscopo em algum jornal, o que o dia de amnhã pode trazer é de muito maior interesse do que o dia de ontem. O fato de que os pretensos profetas modernos pisam em terreno desconhecido, e que a História tem desmentido as predições de muitos leitores de bolas de cristal, parece não afetar a crendice popular.

O que Hierápolis nos diz sobre Laodicéia

Por Paul F. Bork (para ler no original em ingles clica no título do artigo)

Nenhuma Igreja do primeiro século d.C recebeu reprimenda mais severa da parte do Senhor que Laodicéia. Esta cidade se tornou o símbolo de todos os cristãos que vivem na terra em direção ao fim da história deste mundo. No entanto, muito pouco se sabe dos antigos habitantes de Laodicéia e de suas lutas cotidianas e aspirações e, infelizmente, muito pouco resta das ruínas de Laodicéia para podermos aprender mais sobre ela. Através dos anos os habitantes da cidade moderna de Denizli, sucessor de Laodicéia, ajudou-nos generosamente com materiais antigos espalhados pelo local, fazendo a reconstrução da vida difícil da cidade. Pilhagem de ganho para satisfazer a sede de antiquários também contribuiu para a trágica perda para não mencionar o fazendeiro arando, seus sulcos sempre apertando a corda em torno do local da cidade. Esses fatores, juntamente com o número de séculos, somados a uma perda de informação que pode nunca mais estar disponíveis para nós. 

Outra vez Jezabel

Por Paulo Pinheiro (RA, ago. de 1993)

Inesperadamente Jezabel chega para reforçar os deuses. Como você enfrentará esta prova?

O terceiro milênio traz de volta a Idade Média. A História não é cíclica, mas alguns fatos se repetem no campo espiritual. Práticas consideradas absurdas viraram moda. A coqueluche agora são os gnomos, bruxos e outras superstições da sombria Idade das Trevas. O que está acontecendo? Talvez uma olhada no livro do Apocalipse, especificamente na carta dirigida à igreja que viveu a agonia medieval, possa nos ajudar a descobrir alguns paralelos entre as igrejas de Tiatira (Apoc. 2:18-29) e Laodicéia (Apoc. 3:14-22). Elas têm em comum a experiência da expectativa de um novo milênio, terreno fértil para o misticismo e especulações. O que será de alguns de nós se Cristo não voltar até o ano 2000? Tiatira passou por isso, e temos boas lições a aprender com ela. O bombardeio de Satanás contra os princípios da religião verdadeira foi tão forte, mil anos atrás, que o apóstolo João evoca a figura da ímpia rainha Jezabel para ilustrar a ameaça que estava diante do povo de Deus.

O Espírito Santo em Apocalipse 5:13

Por Leandro Quadros (Clique no título e leia na fonte)

As Três Pessoas da Trindade exercem funções diferentes no plano de Salvação. O Filho glorifica o Pai e o Espírito Santo glorifica o Filho (e, por que não, o Pai também). Deste modo, não é de admirar o fato de o Espírito Santo não ser mencionado “diretamente” como estando assentado em um trono, pois este não é o Seu propósito. Ele quer exaltar o Pai e o Filho. (ver João 16:14).

O Livro dos Símbolos

Por José Carlos Ramos (RA, fev. de 2001)

Um dos pontos difíceis no estudo do Apocalipse é sua simbologia. Símbolo é uma “representação visual ou conceptual daquilo que não se vê, e é empregado para comunicar verdades, afirmações e exigências divinas.”1 Certamente os símbolos no último livro da Bíblia confirmam esta definição. Neste breve estudo analisaremos o porquê da simbologia apocalíptica, e como proceder adequadamente com este recurso literário se visamos melhor compreensão da mensagem nela inserida. Faremos isto aplicando os conceitos estabelecidos a um material apocalíptico específico: as sete últimas pragas. 

Incenso e incensário literais?

Por José Carlos Ramos (RA, fev. de 2003)

Entendo que “incenso”, em Apocalipse 18:13, pode ser encarado literalmente, a exemplo dos outros produtos (inclusive “almas humanas”) ali registrados. Há, contudo, um profundo significado espiritual nesse elemento, mesmo quando mencionado em conjunção com Babilônia, o tema dominante desse capítulo. Esse significado não deve ser descartado.
Quanto a 8:3-5, prefiro crer que o incenso é mais simbólico que literal. O capítulo 5, parte integrante do bloco a que o 8 pertence, fala de “um Cordeiro como tinha sido morto” (v. 6), que, naturalmente, ninguém dirá tratar-se do animal que tem esse nome; isto é, ele tem um sentido simbólico. Por que não o teria o “incenso” do capítulo 8?
O parecer de que o “incenso” oferecido no santuário celestial é literal é esposado por aqueles que imaginam (e infelizmente ensinam a outros) que Jesus, em Sua mediação sumo-sacerdotal a nosso favor, tem que apresentar sangue literal (isto é, o Seu próprio sangue) ao Pai para que este nos aceite como filhos; eles o fazem para confirmar essa idéia absurda.
Não esqueçamos que, apesar de conterem itens literais, as visões apocalípticas registradas no último livro da Bíblia são profundamente simbólicas. – José Carlos Ramos, diretor do programa de pós-graduação do SALT – Unasp, Campus 2, Engenheiro Coelho, SP.

Os Dois Chifres Semelhantes ao Cordeiro

Por George McCready Price

Faz agora mais de setenta anos desde que pela primeira vez estudei a respeito dos símbolos de Daniel e Apocalipse. Lembro-me ainda da perplexidade com que li no livro O Grande Conflito, na pág. 441 a interpretação de "dois chifres como de um cordeiro" (Apoc. 13:11), que se referem aos princípios de liberdade civil e religiosa. "Republicanismo e Protestantismo" são dados como sinônimos. Aqui são trazidos para dentro do quadro profético idéias abstratas em lugar do sentido concreto dos chifres como mencionados em outras profecias.

A Mulher de Apocalipse 12

Um estudo cuidadoso das escrituras revela que o símbolo de uma esposa fiel e pura é empregado várias vezes para representar a verdadeira igreja de Deus na terra (Ver Jer. 6: 2; I I Cor. 11: 2; Gál. 4: 26; Apoc. 21: 2, 9; 22: 1 7 ) , ao passo que uma esposa infiel ou mulher impura significa uma igreja apostatada (Ver Oséias 1-3; Ezeq. 23; Apoc. 17).
Notemos os característicos desta mulher de Apocalipse 12:

As Sete Cabeças

Por George McCready Price

Alguns dos símbolos proféticos podem ser interpretados de duas maneiras diferentes, vistos sob ângulos diferentes. O dragão representa de início a Satanás, mas também significa Roma imperial ou pagã, que era o poder mundial dominante ao tempo da concessão das visões do Apocalipse. O mesmo princípio do significado duplo será de auxílio na compreensão das sete cabeças mencionadas várias vezes nas profecias de Daniel e do Apocalipse. O número sete indica geralmente perfeição ou algo concluído; e como as sete cabeças sucedem umas às outras em Apoc. 17:9,10, representam com certeza nações sucessivas, através das quais Satanás tem tentado controlar com relativo êxito os negócios nacionais, com o fito de opor-se à obra de Deus, obstruindo-a. Em outras palavras, as sete cabeças significam todos os governos civis, opressivos e tirânicos da história humana, desde os dias de Ninrode até o fim do tempo.

Interpretando os Símbolos


Por Ángel Manuel Rodríguez

(Nota: A tradução deste artigo para o português foi feita de forma automática. Para ter acesso ao material original em inglês clique no título do artigo.)
Como os adventistas chegam a identificação dos reinos representados pelos símbolos nos livros de Daniel e Apocalipse?

Em alguns casos isso não foi difícil, mas em outros, muito mais. É importante estar consciente das limitações e riscos envolvidos na interpretação dos símbolos. Devemos começar por estabelecer um método adequado de interpretação, então, discutir como usá-lo.